Tag: Políticas públicas

A imagem é colorida e possui fundo desfocado. No centro há uma abelha coletando o néctar de uma flor. 0

Você sabia que boa parte da sua segurança alimentar depende de polinização? (V.5, N.6 P.2, 2022)

“Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais não haverá raça humana“. Essa é uma frase muito famosa, pronunciada pelo renomado físico Albert Einstein, mas será que ele estaria realmente certo? Nesta publicação iremos entender um pouco sobre a importância dos polinizadores e como eles influenciam em nossa segurança alimentar e nutricional.

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|Podcast| UFABC e Heliópolis (V.4, N.12, P.2, 2021)

A vida e obra do educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire é revisitada nesse podcast, celebrando o ano de seu centenário e suas contribuições para a educação. Elaborados pelo professor Wesley Adriano Martins Dourado, os episódios cheios de boniteza são parte do projeto “Produção e reprodução de conhecimento em Heliópolis/SP: fortalecendo as bases de um bairro educador”, uma ação conjunta da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da União de Núcleos e moradores de Heliópolis e Região (UNAS).

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A assistência estudantil e a Covid-19: O contexto das Universidades Federais de São Paulo (V.4, N.8, P.4, 2021)

Em meio à pandemia, empreendeu-se uma pesquisa coletiva com foco na permanência universitária nas três universidades federais paulistas (UFABC, UFSCar e UNIFESP) a partir da análise das respostas institucionais perante a crise sanitária. As ações de assistência estudantil compõem uma estratégia para a garantia da permanência universitária de estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômicas, condições estas agravadas no contexto pandêmico.

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Monitoramento de SARS-Cov-2 na rede de esgoto (V.4, N.7, P.10, 2021)

O mapeamento epidemiológico baseado em biomarcadores é utilizado desde o enfrentamento a epidemia de poliomielite nos EUA na década de 1940. No contexto atual, o método é empregado para estimar a frequência de contaminação em uma determinada comunidade a partir da detecção de RNA de vírus no esgoto. Os resultados das análises permitem a identificação de pontos críticos, rastreio da propagação e direcionamento de ações de combate à pandemia.

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Por que precisamos falar dos povos indígenas? – Parte II (V.4, N.6, P.4, 2021)

A identidade indígena independente de fenótipos, grau de integração a costumes e valores não indígenas ou locais de residência, mas se baseia na autodeclaração e no pertencimento a um grupo étnico. Segundo dados do IBGE de 2020, aproximadamente 900 mil pessoas se autodeclaram indígenas no Brasil, pertencentes a 305 grupos étnicos diferentes e falantes de 274 idiomas distintos.

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