Tag: Meio ambiente

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As mudanças climáticas estariam mudando as formas dos animais?(V.4, N.10, P.1, 2021)

Recentemente tem circulado a novidade de que alguns animais estariam modificando as suas formas corporais em razão das pressões ambientais causadas pelas mudanças climáticas, como, por exemplo, orelhas, bicos e pernas maiores do que o padrão em aves. Os autores envolvidos no estudo não estão aptos a afirmar se as mudanças detectadas seriam benéficas ou não, mas como estas mudanças estão ocorrendo em um curto espaço de tempo podem ser vistas como alarmantes.

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Por que precisamos falar dos povos indígenas? – Parte II (V.4, N.6, P.4, 2021)

A identidade indígena independente de fenótipos, grau de integração a costumes e valores não indígenas ou locais de residência, mas se baseia na autodeclaração e no pertencimento a um grupo étnico. Segundo dados do IBGE de 2020, aproximadamente 900 mil pessoas se autodeclaram indígenas no Brasil, pertencentes a 305 grupos étnicos diferentes e falantes de 274 idiomas distintos.

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Por que precisamos falar dos povos indígenas? – Parte I (V.4, N.5, P.9, 2021)

Em meio aos imensos problemas que se apresentam na atualidade, tem-se que cada vez mais é necessário olhar para outros modos de vida e práticas sociais. A despeito de uma série de obstáculos enfrentados para preservar seus modos de vida tradicionais, parcela significativa dos povos indígenas que vivem no Brasil pratica diariamente outra forma de existir que pode ajudar a Humanidade como um todo a “adiar o fim do mundo”.

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|Série Biomas| Você conhece o Pantanal? (V.4, N.5, P.3, 2021)

Reconhecido como Patrimônio de Reserva Natural da Humanidade pela Unesco, o Pantanal possui lindas paisagens e uma grande biodiversidade de espécies de animais e plantas. Só de aves podemos encontrar cerca de 650 espécies, o que torna o Pantanal a área úmida com maior riqueza de espécies de aves do Planeta! O Pantanal é uma região cíclica com períodos de seca e períodos de cheia dos rios. Nos momentos de cheia, o Pantanal se torna uma das maiores áreas alagadas contínuas do mundo.

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A beleza das paisagens vistas do espaço: uma ciência chamada Sensoriamento Remoto (V.4, N.3, P.11, 2021)

O Amazônia I, satélite criado em parceria Brasil-China, teve as suas primeiras imagens publicadas pelo INPE. Trata-se de uma representação da superfície terrestre com uma enorme riqueza de informações e detalhes, o que permite reflexões sobre o uso e a ocupação territorial. O Sensoriamento Remoto, tecnologia utilizada, se constitui de uma técnica de obtenção de imagens da superfície sem que haja qualquer contato entre o objeto e o sensor e comumente faz uso de satélites, aviões e drones.

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|Série Biomas| O ritmo acelerado de destruição da Amazônia (V.4, N.3, P.10, 2021)

A coleção 5 do MapBiomas reúne uma base de dados de imagens de satélite de 1985 até 2019 de todo o país. Utilizando essas imagens é possível contar a história do Brasil, verificar os efeitos de políticas públicas e aprender com os resultados de ações passadas. A partir dos dados do MapBiomas para a Amazônia, é possível verificar a perda acelerada de florestas para pastagem no bioma, além do aumento do uso do solo para a agricultura e infraestrutura urbana.

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|Série Biomas| O pequeno, mas rico Bioma Pampa (V.4, N.3, P.5, 2021)

Bioma Pampa é um dos seis biomas continentais brasileiros e possui uma biodiversidade própria, percebida principalmente pela fisionomia da vegetação nativa. Segundo o ministério do meio ambiente (MMA, 2020), este bioma no Brasil está restrito ao Estado do Rio Grande do Sul, ocupando uma superfície de 178.243 km², correspondendo a 63% do território estadual e a 2,07% do território brasileiro. Já na América do Sul, os campos e Pampas estendem-se por parte da Argentina, pelo Uruguai e no Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul.

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